sábado, 4 de junho de 2011
Oiçam a voz da experiência!
Estava eu a dirigir-me à sede da Associação Cultural e Musical de Avintes, o que implicou passar por um estreitamento provocado por carros estacionados nas duas margens da estrada. O estreitamento em causa apenas permitia circulação alternada. Como se não bastasse, tive de contornar um furgão para avançar e, já estando bem dentro do estreitamento, deparo-me com uma mãe de família, na sua SEAT Altea XL, que se recusou a ceder passagem mesmo depois de lhe fazer sinal para recuar, como era sua obrigação. Tive de me encostar aos carros estacionados para sua excelência poder passar e quando lhe disse, educadamente, que devia saber que tinha de ceder passagem naquela situação a sua resposta foi: "Eu tenho carta há 20 anos! Não é um chavalo que me vai ensinar a conduzir!"
1º - Há 20 anos, o código da estrada era bem diferente da actualidade. Foi muito alterado em 2005, para cumprir normas europeias, e tem vindo a sofrer alterações desde então. Eu fiz o exame de código há quase um ano (acertei nas 30 perguntas), esta senhora há 20 anos...
2º - Não se trata de ensinar a conduzir. Trata-se de reconhecer os nossos erros e respeitar os outros. A senhora não me conhece de lado nenhum para me chamar chavalo e, ainda por cima, nunca tive um acidente grave;
3º - A filha dela ia no banco de trás sem qualquer sistema de retenção. Também é preciso ter responsabilidade.
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