terça-feira, 5 de julho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Carros que não suporto ver na estrada III

Mais uma vez, carros que não suporto ver na estrada...

Desta vez o nomeado é:









































Alfa Romeo Giullieta!

Como me desiludiu a Alfa Romeo...
1º: Não acho que seja bonito... Aliás, coloquei uma foto "diurna" da traseira. "Diurna" porque à noite com as luzes de presença acesas o carro fica ainda pior e da traseira porque a frente perdeu carácter... Nem parece um carro italiano...
2º: Na verdade, isto não é um Alfa Romeo. É um FIAT Bravo com uma base de rodas ligeiramente mais longa e com um ar mais... Pseudo-garanhão-Alfa? FIAT Bravo, por favor. (muito mais apetecível);
3º: Perda de carácter Alfa Romeo. A Alfa Romeo conseguiu fazer um rival do VW Golf, logo,   a única coisa de Alfa Romeo que este carro tem é o distintivo;
4º: De perfil é demasiado parecido com o Opel Astra;

Sei que muita gente me vai odiar por aquilo que escrevi, mas é a minha opinião pessoal. Podem e devem contestar! 

sábado, 4 de junho de 2011

Oiçam a voz da experiência!


Estava eu a dirigir-me à sede da Associação Cultural e Musical de Avintes, o que implicou passar por um estreitamento provocado por carros estacionados nas duas margens da estrada. O estreitamento em causa apenas permitia circulação alternada. Como se não bastasse, tive de contornar um furgão para avançar e, já estando bem dentro do estreitamento, deparo-me com uma mãe de família, na sua SEAT Altea XL, que se recusou a ceder passagem mesmo depois de lhe fazer sinal para recuar, como era sua obrigação. Tive de me encostar aos carros estacionados para sua excelência poder passar e quando lhe disse, educadamente, que devia saber que tinha de ceder passagem naquela situação a sua resposta foi: "Eu tenho carta há 20 anos! Não é um chavalo que me vai ensinar a conduzir!"


1º - Há 20 anos, o código da estrada era bem diferente da actualidade. Foi muito alterado em 2005, para cumprir normas europeias, e tem vindo a sofrer alterações desde então. Eu fiz o exame de código há quase um ano (acertei nas 30 perguntas), esta senhora há 20 anos...


2º - Não se trata de ensinar a conduzir. Trata-se de reconhecer os nossos erros e respeitar os outros. A senhora não me conhece de lado nenhum para me chamar chavalo e, ainda por cima, nunca tive um acidente grave;


3º - A filha dela ia no banco de trás sem qualquer sistema de retenção. Também é preciso ter responsabilidade.



quarta-feira, 1 de junho de 2011

Aprende comigo, filho...


A caminho de casa em plena hora de ponta, ao final da tarde. Saio do acesso à A1, o que eu acho que se chama IP1, no Nó de Vilar de Andorinho, e entro na EN 222/Avenida Vasco da Gama (uma estrada magnífica em que, infelizmente, não se pode ultrapassar). Logo a seguir à entrada na Estrada Nacional, depois da via de abrandamento do sentido Sul-Norte, deparo-me com a via de abrandamento para quem vem do sentido Norte-Sul. O trânsito à frente, mas não imediatamente a seguir, pois havia ainda espaço para o "meu" carro estava parado, pensei eu (quando se tem um autocarro de turismo à frente é difícil ver alguma coisa de jeito). Eu avancei para esse espaço quando, da via de abrandamento, surge uma carrinha Mercedes-Benz Classe C a acelerar e, como o condutor olhou para a esquerda muito tarde (é obrigado por sinalização vertical a ceder-me passagem), não conseguiu travar a tempo e, em vez de entrar na estrada, foi parar à berma, tentando ainda meter-se à minha frente (eu não deixei; avancei e se ele tivesse batido em mim era problema dele). Não só cometeu uma contra-ordenação muito grave por não me ter cedido passagem, como cometeu uma contra-ordenação por circular na berma.


Vamos ser sinceros: este tipo de situação acontece quase todos os dias (infelizmente). O que mais me incomodou foi que ao lado do condutor (na casa dos 40) seguia uma criança cuja cabeça mal se via por cima do tablier que devia ter por volta dos 12/13 anos. É muito chato... E é cíclico... Imaginem amanhã o miúdo a chegar à escola e a dizer: "Eh pah, o meu pai conduz mesmo bem, entra nas estradas com uma velocidade..."





sexta-feira, 20 de maio de 2011

Carros que não suporto ver na estrada II

Mais uma vez, carros que não suporto ver na estrada...

Desta vez o nomeado é... Ou melhor, são:
















Todos os automóveis da gama Daewoo... Perdão, Chevrolet!!!

Não... Quando compram um Chevrolet em Portugal, não estão a comprar um automóvel da mítica marca dos Estados Unidos da América. Todos estes são fabricados pela Daewoo, na Coreia do Sul, a partir de sobras de modelos Opel da geração anterior à actual. Chamar Chevrolet à Daewoo foi uma forma da General Motors (grupo a que pertencem Chevrolet e Daewoo, entre muitos outros fabricantes), sacrificando o grande nome original, aumentar as vendas dos veículos fabricados pela Daewoo e os ingénuos portugueses que compram carros novos, caíram que nem patinhos.

Um Opel em segunda mão é mais barato, mais bem construído e bem mais interessante como carro do que um Daewoo... Perdão, Chevrolet novo. Não sejam tolos.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Carros que não suporto ver na estrada I

E assim inauguro uma nova rubrica! 


Nestes posts intitulados desta forma que podem todos ver acima mostrarei uma série de automóveis que não suporto ver na estrada e a razão pela qual não os suporto ver.


Desta vez o nomeado é...


















O Nissan Juke!!!

Não suporto ver este carro... O aspecto é o problema mais evidente e ainda maior é o problema de que há quem goste de olhar para este carro. A seguir ao problema da estética vem o facto de ser demasiado grande para ser um citadino, demasiado frágil para ser um todo-o-terreno, de ter consumos demasiado elevados para ser citadino, de se apresentar em algumas versões com tracção às quatro rodas porque nunca será um todo-o-terreno, de ser enorme por fora e surpreendentemente pequeno por dentro...

Enfim... Como disse Jeremy Clarkson, há pessoas que compram um carro por ser prático, ou por ser económico, ou por ser rápido... Mas quem vai comprar um carro que é absolutamente estúpido?

sexta-feira, 13 de maio de 2011

BMW Diesel...


 
Antes de mais quero agradecer aos meus (poucos, mas assíduos) leitores por lerem, comentarem e me incentivarem a continuar com este projecto. Já não escrevia há algum tempo, mas a verdade é que gosto muito de fazer férias e só escrevo no blog quando me dá na minha automobilística gana.

Hoje lanço um ataque a todos aqueles que têm um BMW, não importa qual o modelo, com motor diesel.

Um pequeno esclarecimento: O Motor Diesel ou motor de ignição por compressão é um motor de combustão interna inventado pelo engenheiro alemão Rudolf Diesel (1858-1913), em que acombustão do combustível se faz pelo aumento da temperatura provocado pela compressão de ar. (Wikipedia) (sim, também preciso de ir à wikipedia às vezes).

Um outro esclarecimento: (desta vez da minha autoria) a BMW (Bayerische Motoren Werke AG) é uma marca alemã que se dedica à produção de automóveis rápidos, desportivos e luxuosos para gente com muito dinheiro. É uma marca que fabrica automóveis para quem dá valor à experiência de condução. É uma marca para quem se quer destacar, por ser diferente. Não é como a Mercedes-Benz, que se trata de uma afirmação. Compramos um Mercedes-Benz porque "precisamos" e compramos um BMW porque "queremos".



Após estes esclarecimentos posso passar à minha tese...
A partir do momento em que compramos um BMW com um motor Diesel, ou "a gasóleo", como é mais conhecido, estamos a dizer: "quero ter estilo, quero ter um carro desportivo que anda muito depressa, mas quero poupar dinheiro!". Sim, porque quem compra um automóvel com um motor Diesel fá-lo porque precisa de poupar dinheiro. É certo que os motores Diesel são menos prejudiciais para o ambiente, mas não me parece que os condutores desses automóveis realmente se preocupem com isso. Não é um pouco contraditório ser extravagante e querer poupar dinheiro no combustível?



Sim, eu sei, muitos vão pensar que tenho inveja daqueles que têm um BMW... A isto respondo que sim, mas se tenho inveja de quem tem um BMW com um motor Diesel... Não, desses, tenho pena.  





quarta-feira, 20 de abril de 2011

Caça à multa.


Nos últimos tempos têm sido cada vez mais as situações de caça à multa...
Antes de mais quero que fique claro que não tenho nada contra os agentes da autoridade, que são tão importantes para manter a ordem no nosso dia-a-dia (nenhuma ironia pretendida, a sério), apenas não tenho paciência para o facto de haver montes de gente que não é condenada pelas suas más acções, que pratica convulsivamente, enquanto que outros são condenados por males menores.

Na minha terra (Avintes) existe uma rua de dois sentidos que desemboca na praça central (sim, existe uma praça central em Avintes), onde existe uma padaria (mau seria se não existisse, uma vez que se trata da terra das padeiras e da Broa). Desde que me lembro de existir (tenho 18 anos, mas só me lembro de existir há 16), que sei que uma pessoa quando quer ir a essa padaria estaciona o carro por alguns minutos na rua referida acima. Ora, esta rua tem dois sentidos, mas quando há carros estacionados nela apenas sobra espaço para a passagem de um camião de dimensões médias. Nunca tinha havido problemas, nestes 16 anos pelo menos, com o estacionamento nesta zona, fora os constrangimentos na circulação, que nunca foram muito significantes. Um certo dia um familiar próximo estacionou o carro nessa rua por 15 minutos para comprar pão e, cerca de 3 semanas depois, aparece uma multa de 30 euros...

Se andassem atrás dos verdadeiros criminosos em vez de procurar uma maneira de mamar ainda mais dinheiro aos contribuintes...


domingo, 17 de abril de 2011

Felácio automobilístico???

Encontrava-me a fazer o percurso que todos os dias faço para apanhar o comboio, quando, numa via de sentido único e de uma só faixa, fui forçado a parar devido ao pior motivo presente no nosso código da estrada: o sinal luminoso de cor vermelha...


À minha frente encontravam-se duas viaturas com o seu respectivo condutor: um carro que não sei bem qual era, mas suponho que fosse um Toyota Corolla E 10 de três volumes (digo isto porque é tão desinteressante que é quase impossível distingui-lo da paisagem urbana) e, directamente à minha frente (entre o "Toyota" e o meu carro), um BMW Série 3 E 46 Compacto.


O jovem condutor deste pedaço de vergonha com rodas tinha a sua cabeça no espaço entre os dois bancos da frente, o problema é que a cabeça dele andava para cima e para baixo e ora se via, ora não se via, ora se via, ora não se via e, a certa altura, deu um mergulho em direcção à zona da alavanca da caixa de velocidades e desapareceu.


"Estranho...", pensei, mas deixei estar... O problema foi ver o sinal luminoso a ficar no seu estado de maior esplendor: a cor verde. Nisto, o "Corolla" arrancou e o monte de idiotice germânica manteve-se imóvel (inércia?) e a cabeça do jovem continuava a não estar visível. "Ainda mais estranho", pensei, mas esperei mais uns segundos (não muitos, confesso) e fiz soar a minha buzina estridente e a cabeça do jovem surgiu novamente, a praguejar comigo apenas por eu não perceber porque é que, com a luz verde, o automóvel da frente continuava parado. Se eu não tivesse avisado, bem que poderia ter ficado lá até ao próximo vermelho...


Estaria perante um caso de felácio automobilístico?

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Introdução.

10 de Dezembro de 2010: um dia de grande importância para mim.

Motivo? Foi o dia em que me tornei oficialmente e legalmente autorizado a conduzir um veículo na via pública.

Considerei que todas as aventuras porque passei desde então davam um blog, porque já passei por muitas peripécias que considero passíveis de relatar e partilhar, desde momentos simplesmente hilariantes até situações que me deram vontade de me desfazer em álc... Perdão... Lágrimas.

Agradeço a todos aqueles que visitarem este espaço com beijinhos e abraços. (Dependendo do sexo dessa pessoa. Não tentem disfarçar, pois eu percebo logo...)

Lembrem-se acima de tudo: a estrada é de todos.

Conduzam com segurança.