quarta-feira, 20 de abril de 2011

Caça à multa.


Nos últimos tempos têm sido cada vez mais as situações de caça à multa...
Antes de mais quero que fique claro que não tenho nada contra os agentes da autoridade, que são tão importantes para manter a ordem no nosso dia-a-dia (nenhuma ironia pretendida, a sério), apenas não tenho paciência para o facto de haver montes de gente que não é condenada pelas suas más acções, que pratica convulsivamente, enquanto que outros são condenados por males menores.

Na minha terra (Avintes) existe uma rua de dois sentidos que desemboca na praça central (sim, existe uma praça central em Avintes), onde existe uma padaria (mau seria se não existisse, uma vez que se trata da terra das padeiras e da Broa). Desde que me lembro de existir (tenho 18 anos, mas só me lembro de existir há 16), que sei que uma pessoa quando quer ir a essa padaria estaciona o carro por alguns minutos na rua referida acima. Ora, esta rua tem dois sentidos, mas quando há carros estacionados nela apenas sobra espaço para a passagem de um camião de dimensões médias. Nunca tinha havido problemas, nestes 16 anos pelo menos, com o estacionamento nesta zona, fora os constrangimentos na circulação, que nunca foram muito significantes. Um certo dia um familiar próximo estacionou o carro nessa rua por 15 minutos para comprar pão e, cerca de 3 semanas depois, aparece uma multa de 30 euros...

Se andassem atrás dos verdadeiros criminosos em vez de procurar uma maneira de mamar ainda mais dinheiro aos contribuintes...


domingo, 17 de abril de 2011

Felácio automobilístico???

Encontrava-me a fazer o percurso que todos os dias faço para apanhar o comboio, quando, numa via de sentido único e de uma só faixa, fui forçado a parar devido ao pior motivo presente no nosso código da estrada: o sinal luminoso de cor vermelha...


À minha frente encontravam-se duas viaturas com o seu respectivo condutor: um carro que não sei bem qual era, mas suponho que fosse um Toyota Corolla E 10 de três volumes (digo isto porque é tão desinteressante que é quase impossível distingui-lo da paisagem urbana) e, directamente à minha frente (entre o "Toyota" e o meu carro), um BMW Série 3 E 46 Compacto.


O jovem condutor deste pedaço de vergonha com rodas tinha a sua cabeça no espaço entre os dois bancos da frente, o problema é que a cabeça dele andava para cima e para baixo e ora se via, ora não se via, ora se via, ora não se via e, a certa altura, deu um mergulho em direcção à zona da alavanca da caixa de velocidades e desapareceu.


"Estranho...", pensei, mas deixei estar... O problema foi ver o sinal luminoso a ficar no seu estado de maior esplendor: a cor verde. Nisto, o "Corolla" arrancou e o monte de idiotice germânica manteve-se imóvel (inércia?) e a cabeça do jovem continuava a não estar visível. "Ainda mais estranho", pensei, mas esperei mais uns segundos (não muitos, confesso) e fiz soar a minha buzina estridente e a cabeça do jovem surgiu novamente, a praguejar comigo apenas por eu não perceber porque é que, com a luz verde, o automóvel da frente continuava parado. Se eu não tivesse avisado, bem que poderia ter ficado lá até ao próximo vermelho...


Estaria perante um caso de felácio automobilístico?

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Introdução.

10 de Dezembro de 2010: um dia de grande importância para mim.

Motivo? Foi o dia em que me tornei oficialmente e legalmente autorizado a conduzir um veículo na via pública.

Considerei que todas as aventuras porque passei desde então davam um blog, porque já passei por muitas peripécias que considero passíveis de relatar e partilhar, desde momentos simplesmente hilariantes até situações que me deram vontade de me desfazer em álc... Perdão... Lágrimas.

Agradeço a todos aqueles que visitarem este espaço com beijinhos e abraços. (Dependendo do sexo dessa pessoa. Não tentem disfarçar, pois eu percebo logo...)

Lembrem-se acima de tudo: a estrada é de todos.

Conduzam com segurança.